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O ProUni, criado em 2005, tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais à estudantes de cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Em paralelo, a Caixa Econômica Federal desenvolve a concessão de bolsas com o programa Fies

Qual a novidade destes projetos? A possibilidade de bolsistas do ProUni que recebem de 25% a 50% de financiamento de seus estudos, de financiarem o restante de seu curso através da Caixa. A vantagem é bastante evidente: a disponibilização de mais recursos para o ensino superior resulta em mais demanda por ensino de qualidade! E EaD, porque não? Claro, os cursos que possuem conceito 4 ou 5 no ENADE ganham mais facilmente bolsas. Mais um motivo para sua instituição investir em qualidade de ensino.

A massificação do ensino superior permitui as Faculdades e Universidades particulares crescerem e ganharem prestígio nas 2 últimas décadas. Contudo, foram-se as épocas onde oferecer qualquer coisa como “ensino” era o mínimo para manter um curso. Capacitação, foco, visualização do futuro são características impressindíveis ao bom andamento – inclusive dos cofres – da maioria das Universidades. Estas novas parcerias entre ProUni e Fies são grandes oportunidades para qualquer Universidade brasileira.

Para frente, vamos oferecer ensino de qualidade para os que o anseiam!

 

Abraços e boa semana.

Empatia

“Empatia é, segundo Hoffman (1981), a resposta afetiva vicária a outras pessoas, ou seja, uma resposta afetiva apropriada à situação de outra pessoa, e não à própria situação.
O termo foi usado pela primeira vez no início do século XX, pelo filósofo alemão 
Theodor Lipps (1851-1914), “para indicar a relação entre o artista e o espectador que projeta a si mesmo na obra de arte.” “(Wikipédia)

Trocando em miúdos, é uma característica dos seres humanos de influenciar o estado emocional dos outros a partir do seu próprio estado emocional.

Normalmente é explicado ao contrário, do ponto de vista da pessoa que “recebe” essa emoção, como se fossemos passivos no processo. Não é essa a verdade. Não somente podemos como é nosso dever no processo de aprendizado transmitir emoções positivas aos alunos.

Já viram aquelas “palestras motivacionais” onde um palestrante entra na sala, cheio de paixão e empolgação discursando sobre algum assunto aleatório (e alguns vídeos sobre superação) e você sai da palestra feliz da vida? Processo puramente empático, pois a tendência é de tudo voltar ao mesmo estado durante as próximas semanas. (Peço desculpas a quem pensa que isso é solução, apenas nunca vi uma palestra motivacional com resultado que se mantém a longo prazo).

No e-learning é a mesma coisa. Se o material não empolga e apaixona desde o primeiro minuto, o resultado é evasão. E isso pouco ou nada tem a ver a essência do conteúdo. Conheço pessoas que passaram a vida odiando física e matemática mas ao se deparar com os professores de cursinho com suas piadinhas e musiquinhas passaram a adorar ambas as disciplinas. Se a fórmula de Bhaskara é a mesma no ensino médio e no cursinho, então o que mudou?

E o inverso da empatia também funciona. Se o capitão de um time de futebol, no momento inicial onde todos se abraçam antes da partida diz “Esse time é muito difícil, provavelmente vamos perder mas vamos ver no que dá.” qual é o sentimento que fica na equipe? Provavelmente o time não jogará bem, e terá como resultado a vaia da torcida. Temos que tomar cuidado com as contra-mensagens pois elas refletem negativamente no placar. Materiais feitos de qualquer forma “pra ver no que dá” refletem em vaia. E se no jogo de estréia foi um fiasco, no segundo jogo virão menos torcedores.

Contra a evasão: paixão!

 

Começo o artigo de hoje com um trecho de Stephen Kanitz:

Todos nós cometemos erros, faz parte da vida. Em vez de ficarmos remoendo os erros, o correto seria realizar o que chamamos de “post-mortem do problema” e aprender a lição. Fazer post-mortem significa analisar as razões que nos levaram a tomar a decisão errada. Quem nos aconselhou errado, que dados errados usamos, qual foi o raciocínio ou a teoria equivocada utilizada, que dados temos hoje e quais deveríamos ter tido ao decidir, e assim por diante. 

Infelizmente, a maioria das pessoas nem sequer admite quando erra, ou então não aprendeu a técnica na faculdade. Mas o verdadeiro idiota não é aquele que comete erros, e sim aquele que não aprende com os erros cometidos. Portanto, gaste sempre um tempinho analisando os seus erros de uma forma estruturada.”

Como aplicamos isso no nosso dia-a-dia? Simples. Aprendi em um curso do IIPC que deveríamos anotar o que pensamos. Nossa memória não é muito boa, então anotando o que pensamos ao tomar uma decisão nos ajudaria a analisar melhor nosso erros. 

Trazendo para EaD: como sua Instituição pauta as suas decisões? Como ela prevê que seus projetos dêem certo? Confiando apenas no feeling de seus dirigentes? E na falta de um deles, que decisão tomar? Responder a estas perguntas faz com que sua Instituição consiga aprender com ela mesma.

 

Abraços e uma ótima semana!

Por Roberto Adami Tranjan

Mudar é preciso! Até aí nada de novo. As empresas necessitam mudar por vários motivos, seja para reverter baixos resultados, seja para um melhor posicionamento no mercado, seja para lançar novos desafios à equipe. Se as coisas vão mal, é preciso mudar. Se vão bem, ainda assim é preciso mudar. O contrário da mudança é a estagnação. Impossível criar uma imagem bem sucedida do futuro de um empreendimento quando a situação é de marasmo. 

Nessa altura, você que lê este artigo já deve estar pensando para onde vai toda essa conversa sobre mudança. Afinal, esse tema não tem nada de novo. Trata-se de uma velha cantilena nos meios organizacionais. Pois bem! Quero convidar você a uma reflexão sobre um aspecto pouco considerado e que talvez explique as dificuldades enfrentadas em processos atuais de mudanças. 

Antes, porém, gostaria de compartilhar a fria e dura realidade: a maioria das iniciativas de mudança fracassa. Estatísticas demonstram que mais de dois terços dos programas de Gestão da Qualidade Total são suspensos porque deixam de produzir os resultados esperados; 70% dos processos de reengenharia fracassam; mais da metade de processos de transformação empresarial conduzidos pela alta administração não sobreviveu às fases iniciais. 

O padrão é quase sempre o mesmo: os processos de mudança progridem de forma mais acelerada no seu início, desaceleram-se gradualmente depois de algum tempo e recuam inapelavelmente, caso nada mais seja feito. É assim nas organizações; é assim na própria natureza. Todo crescimento na natureza advém de uma interação entre processos que reforçam o crescimento e outros que o inibem. Daí uma constatação importante: geralmente, muita atenção é dada aos fatores impulsionadores do crescimento; pouca atenção, porém, se dedica aos fatores limitantes. 

Vamos examinar as barreiras que existem por trás dos processos de mudança: 

1) O líder sensibiliza os seus colaboradores para um processo de mudança. Todos aceitam e acolhem. Compreendem a necessidade de efetivá-lo. Tudo corre bem, o líder é o principal entusiasta… até que a mudança o atinja diretamente. A partir daí, ele mesmo atua como fator limitante. As pessoas continuam se esforçando para que a mudança aconteça, mas o poder de veto do líder é maior. Ele retrocede, ainda que o seu discurso continue pró-mudança. Nada acontecerá, para a frustração de todos. 

2) Uma proposta de mudança tem, sempre, como objetivo o avanço para algo melhor do que o estágio atual. É comum, e até salutar, pensar nos ganhos dela decorrentes. É ingênuo, no entanto, acreditar que não haverá perdas. Está aí mais um fator limitante: querer ganhar, sem querer perder. Toda mudança exige renúncia! É difícil aceitar, mas é assim que funciona. 

3) Existem mudanças e mudanças. Ou, melhor: existem mudanças e transformações. Mudanças estão direcionadas mais para as melhorias e reprodução do passado; transformações estão relacionadas a rupturas com o status quo e prospecções futuras. Mudanças, na linha da melhoria, podem ser feitas sem precisar mexer no sótão e nos porões da empresa. Basta fazer alterações nos processos e sistemas de trabalho. Nada além, portanto, da superfície. Transformações exigem lidar com velhos tabus e assuntos tacitamente excluídos nas conversas do dia-a-dia. Aí é que residem, de fato, as grandes limitações que podem explicar uma série de iniciativas mal sucedidas de mudanças em várias empresas. Ninguém quer mergulhar tão fundo ou enfrentar a poeira acumulada nos guardados. 

4) Uma empresa pode mudar os seus processos e sistemas de trabalho e fazer variações sobre os mesmos temas, mas para que haja uma transformação é preciso que haja alterações na maneira de pensar. Einstein dizia que é “difícil resolver um problema com o mesmo modelo mental que o criou”. Nesse caso, as verdades são os principais fatores limitantes e inibidores da mudança. 

5) Um legítimo processo de mudança altera o status quo e estremece as zonas de conforto das pessoas envolvidas. Ao sair da zona de conforto, o sentimento é de confusão (e, evidentemente, de desconforto). Alguns teimam em retornar ao porto que acreditam seguro – o estágio anterior. Outros vão literalmente a pique. Na verdade, se boa parte das pessoas envolvidas não estiver fula da vida, é bem provável que se esteja diante de uma mudança cosmética e de pouco poder transformador. A que é mesmo para valer, apresenta-se como desafio para que todos possam ampliar seus limites conhecidos. Da mesma forma, as zonas de conforto atuam como fator limitante. Há que cogitar a possibilidade de aventurar-se fora delas. Caso contrário, nada acontece. 

6) Mudança implica conhecimento. Muito pouco pode ser feito se o capital intelectual na empresa não muda de tamanho. Todo o processo de mudança inicia-se com uma tomada de consciência, o que requer conhecimento. Mas essa é apenas uma das facetas do processo de mudança. A outra é a competência para mudar, que também implica novos conhecimentos. O desconhecimento e a ignorância são fatores limitantes da mudança. 

Outras barreiras existem, mas essas são as mais comuns e costumam passar desapercebidas por seus protagonistas. Portanto, ficam aqui dois lembretes importantes: 

· Não basta querer mudar. Toda a mudança está fadada ao fracasso, exceto se os fatores limitantes forem, realmente, combatidos. 

· Mudanças exigem monitoramento constante, diagnóstico permanente e apurado das causas e efeitos, curiosidade na compreensão da dinâmica, perseverança e paciência, sem abrir mão da urgência. 

Diante disso tudo, conclui-se que mudar, embora a alguns pareça, não é preciso! Esta longe de ser uma ciência exata com todas as suas certezas… 

Roberto Adami Tranjan é escritor e consultor. Autor dos livros: Rico de Verdade, Pegadas, A empresa de corpo, mente & alma, Não durma no ponto e Metanóia, publicados pela Editora Gente – (www.cempre.net

 


O texto é para o meio corporativo, porém não é difícil associá-lo ao cenário de EaD, correto?

Macbook Touch

Essa semana, passando pelo blog da MacMagazine, vi uma notícia que me chamou muito a atenção: o possível lançamento do Macbook Touch. Seria um notebook, aparentemente parecido com um Macbook, contudo possuindo uma tela sensível ao toque. Multi touch, um post colocado pelo gustavo a um tempo atrás. 

Além de ser um rumor esperado a bastante tempo, uma frase me motivou a escrever foi: “Apesar de bem caro para produzir inicialmente, a Apple definiria um preço bem baixo, com margem reduzida…“. Isto soa como música aos nosso ouvidos. O desenvolvimento de AVAs pode ter seu horizonte ampliado, com aplicativos simulando quadros brancos, utilizando as telas como se fossem cadernos de anotação.

Parece-me, a princípio, o início da popularização deste tipo de plataforma multi touch, como a Apple já o fez com iPhone, iPods e tantos outros recursos.

 

Abraços e uma ótima semana!

Os principais objetivos de um AVA são os de propiciar trocas, interações e acessos não lineares aos conteúdos disponíveis. Para isso existem, basicamente, dois grupos neste sistema: o grupo que alimenta o AVA com os conteúdos “essenciais” (professores, tutores, etc) e o grupo que o utiliza e o retroalimenta (alunos). Focarei meu comentário no segundo grupo.

O AVA espera um trabalho em grupo. Diferente do trabalho segmentado – que lembra até o Fordismo onde cada integrante do grupo executa uma tarefa – o trabalho colaborativo é baseado na soma onde soma-se conhecimentos e integra-se pontos de vista resultando em um conhecimento mais vasto e “científico”.

Para que seja possível tal trabalho em grupo, é necessário que o AVA permita aos usuários vários níveis de utilização, de básico à avançado; não coloque “barreiras” a distribuição dos conteúdos; e permita um acesso universal em termos de hardware e de OS.

Abaixo, coloco uma situação simples que mostram alguns tipos de interação entre usuários de um AVA.

O quadro que proponho é um ensaio, desconsidera algumas possibilidades de interação mas serve ao que discuto aqui. Espero para o futuro dos AVAs, possibilidades em outros disponsitivos de acesso, novos browzers, touchscreen; novas maneiras de integração e disponibilidade de acesso às informações. Um exemplo muito simples, para ilustrar estas novas possibilidades é o caso de Johnny Chung Lee e suas formas de reutilização do controle do console Wii, da Nintendo.

Um forte abraço e até semana que vem!

Custo x Qualidade

Há algum tempo, um amigo me ensinou a diferença de algo que custa “caro” e algo que custa “muito dinheiro”.

A diferença básica está no fato de que o “caro” é um produto cujo valor cobrado está acima de sua qualidade. Pode ser o produto mais barato da categoria, mas não vale o que é cobrado. Assim como alguns produtos de R$ 1,99 que não duram mais que poucos dias de uso.

Do outro lado estão produtos que custam “muito dinheiro”. Esses são produtos de valor mais elevado, mas possuem qualidade compatível com o seu custo. Vale cada centavo!

Observo em e-learning uma série de pessoas preocupadas com o custo do aprendizado. Empresas e universidades aplicando o e-learning como simples medida de redução de custos. E-learning é uma ferramenta legal, na qual o empresário pode ter a mesma coisa por menos. Se isto é possível, então também é possível obter algo melhor pela mesma quantia, correto?

Por que não podemos pensar também dessa forma e começar a oferecer qualidade elevada em cursos de e-learning? A qualidade tem influência direta no aprendizado e um material de qualidade (uma animação bem roteirizada) pode explicar em 1 hora o que leva 2 lendo Docs e Ppts. Isso é ganho de tempo. Para as empresas a rapidez com que os colaboradores aprendem está diretamente ligada as horas que sobram para produzir. Imagine uma turma de 100 pessoas na qual todas ganham 1 hora por dia ao fazer um curso de alta qualidade. Se o curso tomar 5 dias, são 500 horas que a empresa ganha de produção.

Mas no meio acadêmico a qualidade têm um papel fundamental: CONQUISTAR e RETER alunos. Enquanto as empresas investem dinheiro na capacitação de pessoas, as universidades recebem dinheiro por capacitar pessoas. Por isso o tratamento do e-learning em corporações e universidades deve ser diferente. Não dá para ser mesquinho no investimento e planejamento e, paradoxalmente querer competir em qualidade.

Falando em competição, ela já está no nível nacional e o pior cego é o que não quer ver isso. Grandes universidades como o COC e a FGV estão comprando universidades pequenas ou abrindo franquias pelo Brasil inteiro. Hoje universidades tradicionais enfrentam dificuldades por conta de uma salinha com link de satélite transmitindo uma aula ministrada em qualquer lugar do país.

Estamos diante de uma nova era na educação e ainda dá tempo de escolher o papel de protagonista da mudança ao invés de se tornar vítima dela. Só não podemos demorar muito! A “mentira” de que cursos a distância são inferiores em relação aos presenciais está prestes a cair e quando isso acontecer, a qualidade dos materiais será decisiva em uma decisão de matrícula.

Grande abraço e ótima semana.

 

Lembrei-me de minha juventude essa semana, da minha época de ensino médio e do 1º ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio). A prova, na minha opinião, foi difícil naquela época. Lembro-me de passar o final de semana quebrando a cabeça tentando resolver questões de matemática, principalmente. Levei a prova na segunda-feira seguinte, e para minha surpresa, o professor usou raciocínios lógicos e extremamente simples. Fiquei surpreso e indignado, ao mesmo tempo. E a pulga ficou atrás da orelha.

Um tempo depois, li um texto do Stephen Kanitz. Entre as frases que recheiam o texto, algumas me fizeram refletir, como a seguir: 

Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.

E aí pensei comigo: em EaD não teremos – ou temos – um ensino assim? Se basear todo um curso na   dualidade Professor X Aluno conseguira afundar qualquer tipo de graduação presencial, imaginem um curso em EaD. Elaborar respostas prontas para serem respondidas não nos fazem cidadãos, muito menos Bacharéis ou Licenciados. 

Minha recordação entra novamente na minha mente… foi assim que me educaram, assim que entrei na Universidade, mas não foi estudando assim que saí. E não é desta forma, certamente, que queremos formar nossas próximas gerações. Afinal, perguntar não ofende.

 

Abraços e uma ótima semana!

Hoje, é pelo computador que os jovens lêem, escrevem e discutem. Segundo a Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil de 2007 (TIC Domicílios 2007), 55% dos internautas brasileiros de 16 a 24 anos acessam a rede de computadores diariamente. 
“Porém, os professores têm muito pouca familiaridade com as novas tecnologias, se comparados com os alunos”. O alerta é da professora do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP), Elisa Wolynec, atuante na área de Planejamento e Avaliação Educacional e participante do Congresso Educar Educador 2008, em São Paulo (SP). Segundo ela, professores freqüentemente restringem a Internet como fonte de pesquisa para trabalhos e, em alguns casos, chegam a preferir textos escritos à mão ao invés de digitados. 

Segundo os professores presentes no evento, o receio é de que o conteúdo seja copiado sem ser aprendido ou, às vezes, nem ao menos lido. Para Elisa, os educadores precisam procurar novos métodos que permitam e abracem o aprendizado na Web, integrando a informática ao ensino de um modo que facilite e pontencialize o acesso à informação. 

O professor de administração de empresas da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), especialista em Tecnologia Educacional, César Adames, que também participou do evento, apontou diversos serviços gratuitos à disposição de professores interessados em aproveitar bem esse potencial. Fóruns, blogs, grupos de e-mail, chats, entre outros, cada um pode ser aproveitado de diferentes maneiras. Um professor, por exemplo, pode criar o seu blog, no qual são postados conteúdos complementares à matéria. Além disso, pode também ser criado um blog coletivo da turma, ou mesmo o blog de um livro, atualizados pelos alunos. Já o fórum, que pode ser criado através do Orkut, pode ser usado para promover discussões coordenadas e mediadas pelo professor. 

Para tudo isso, basta que exista acesso ao computador e à Internet, diz Adames. A utilização dos serviços é gratuita, e não é essencial que os alunos possuam um computador pessoal, pois podem acessar a Internet na escola. Mesmo assim, é preciso ressaltar que a mesma pesquisa que identificou o grande uso da rede pelos jovens revelou também que a porcentagem de usuários que acessam a Internet da escola diminuiu de 21% em 2005 para 15% em 2007. 

Fonte: Portal Aprendiz – 07/07/08 – Grifo Meu

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Caso você queira trabalhar ou acha que conhece alguém nos perfis de profissionais que procuramos, entre em contato pelo e-mail querotrabalhar@designastudio.com.br. Atualmente estamos selecionando profissionais para as seguintes funções:

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Traço cartoon, conhecimento no uso de cores e agilidade.

Designer Editorial
Conhecimento básico de Photoshop, illustrator e Indesign.

Designer de Web e Animação
Conhecimento de Flash e princípios básicos de animação.

Designer de Interface
Conhecimento para montar interfaces eficientes no ambiente web.

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